Manifestantes declararam à AFP que foram atacados nesta madrugada com disparos de munição real e bombas de gás lacrimogêneo, em circunstâncias que permanecem obscuras. A Irmandade Muçulmana acusa o Exército pelo ataque.
O exército, por sua parte, indicou que "terroristas armados" ataaram a sede da Guarda Republicana, provocado a morte de um oficial e deixando seis recrutas em estado crítico, segundo comunicado militar citado pelo jornal governamental Al-Ahram.
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