Em entrevista nesta segunda-feira, no CT da Barra Funda, o vice-presidente de futebol admitiu que o Tricolor não gastará muito (o que diminui as chances de Muricy Ramalho, dono de alto salário no Santos) e não descartou conversar com um treinador empregado, situação de Autuori neste momento.
As respostas penderam para os dois lados. Sem citar nomes, Lopes garantiu que divergências políticas – como o mau relacionamento de Muricy com o outro vice, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco – não impedem nenhuma negociação. No entanto, disse que está fora de cogitação abrir os cofres, como teria de acontecer para buscar o ex-santista, com salário de cerca de R$ 700 mil na Vila Belmiro.
– Há outras questões, especialmente a financeira. O futuro treinador deve se adaptar a essas questões – disse.
Em seguida, questionado sobre se isso afastaria Muricy, desconversou.
– Essas coisas são muito dinâmicas. O Luis Fabiano, quando veio, aceitou um valor muito inferior ao que recebia na Europa. Aconteceu também com o Adriano (em 2008). O valor do salário anual dele era umas dez vezes maior do que aqui.
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