
E o Maço de Cordéis, elegantemente conduzido nos passos e talento de seu mestre , ao longo de suas 115 páginas, se insinua, se mostra explícita e seduz com as suas belas e atraentes formas: mote e acróstico que beijam docemente a décima, septilhas e sextilhas, estrofes de métricas perfeitas adentrando suavemente o íntimo de suas sílabas poéticas, todas elas no bem bom do agarradinho cúmplice do balanço do ritmo gostoso, da beleza da rima e da oração de seu autor.

São muitas as lições captadas nos poemas de bichos e de gente que o poeta sopra, canta e baila, todas fantasiadas de letras, fonemas, palavras e versos que dançam no salão do baile de UM MAÇO DE CORDÉIS. Gilberto Cardoso pode até não ser um exímio dançarino das danças de salão, mas é, com certeza, um menestrel no salão de dança da arte do cordel. Abri, li e gostei! Recomendo!
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