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quinta-feira, 6 de julho de 2017

Palmeiras tem 45 minutos bons, mas cansa e sofre de verdade no Equador

Luan faz cobertura de Juninho, que atuava pela lateral esquerda diante do Barcelona (Foto: Reprodução)

Derrota por 1 a 0 obriga time treinado por Cuca a vencer por dois gols de diferença na volta, em agosto. Se vencer por 1 a 0, vaga às quartas será decidida nos pênaltis

sofrer" é uma das expressões da moda do futebol brasileiro. Foi utilizada por Zé Roberto na terça-feira como receita para o que seria preciso fazer diante do Barcelona de Guayaquil no dia seguinte, pelas oitavas de final da Libertadores. O Palmeiras foi até melhor nos 45 minutos iniciais e aguentou bem a pressão em boa parte do jogo no Equador, é verdade, mas sofreu o gol da derrota nos acréscimos.


A escalação pareceu acertada. Sem Guerra, seu jogador mais cerebral, que retornou a São Paulo para acompanhar a recuperação do filho (leia mais aqui), a opção inicial de Cuca foi Zé Roberto. Atrás do veterano, que completa 43 anos nesta quinta-feira, dois volantes (Bruno Henrique e Thiago Santos), laterais mais defensivas (o zagueiro Juninho na esquerda, e o volante Tchê Tchê na direita) e protegidas por Luan e Mina.

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