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quarta-feira, 28 de junho de 2017

Ministério da Justiça abre investigação sobre venda de 'hand spinner'

Pessoa utiliza um spinner em uma loja de brinquedos  (Foto: Carlos Osorio/AP)
Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) abriu na sexta-feira (23) uma investigação sobre supostas irregularidades da venda de hand spinner, apontando relatos de acidentes no exterior com o produto. O órgão também alega que, como brinquedo, o produto precisa passar por certificação do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) para ser comercializado.
Spinners foram apreendidos em Iepê (Foto: Polícia Militar/Cedida)
A investigação preliminar foi aberta pelo Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC). Em nota, o MJSP diz que ela foi baseada em alerta do Inmetro.

“Segundo vendedores, o spinner aliviaria tensões e ajudaria no combate ao estresse. Contudo, relatos no exterior narram acidentes envolvendo esse produto. Pelas normas brasileiras, todos os brinquedos precisam obrigatoriamente passar por avaliação do Inmetro e receber o selo do órgão”, diz o órgão em comunicado.




Brinquedo irregular




O Inmetro identificou o spinner no mercado e o classificou como brinquedo recentemente. Desse modo, ele só pode ser vendido se cumprir normas técnicas e tiver o selo do Inmetro. No entanto, a grande maioria dos modelos encontrados não estão certificadas.


O instituto afirma que o brinquedo não é indicado para crianças com menos de 6 anos, por conter peças pequenas que podem ser engolidas.


Caso encontrem spinners sem o selo do Inmetro para vender, os pais podem ligar para a ouvidoria do Inmetro e fazer uma denúncia. A ouvidoria funciona por meio do telefone 0800 285 1818, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h40.




Apreensão




Em São Paulo, a Polícia Militar Rodoviária apreendeu nesta terça-feira (27), em Iepê, cerca de 14 mil hand spinners que não possuíam notas fiscais e que foram adquiridos no Paraguai. Os objetos eram transportados em dois utilitários que foram abordados na Rodovia Prefeito Jorge Bassil Dower (SP-421). Segundo a Polícia Militar Rodoviária, os autores foram ouvidos e liberados.

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